Ano 10 - Número 30 - Dezembro 2009
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Expediente
Edição número 30 | Casos de Corretor
 
Aconteceu comigo!

No mês de setembro, a SulAmérica criou um concurso cultural, disponível no site da Campeões SulAmérica 2009, para premiar as 10 histórias mais engraçadas e mais difíceis vividas pelos corretores de seguros de todo o País.

Em outubro, a seguradora realizou uma votação para escolher as histórias vencedoras em cada assunto. Foram mais de 850 votos e você pode conferir abaixo as grandes vencedoras!

 

Tema: História Engraçada
Autor: Cecília Ferraz


O seguro de um cliente estava prestes a vencer. Como de praxe, passei os valores para que ele pudesse fazer a renovação, mas o negócio atravancou: ele havia ficado decepcionado com o aumento do prêmio em relação ao ano anterior e disse que talvez não fosse mais renovar o seguro. No último dia de vigência, o mesmo cliente voltou a me ligar e contou que havia comentado com um amigo sobre os valores apresentados e, então, o tal amigo recomendou que ele procurasse sua corretora. Segundo ele, “uma profissional muito atenciosa e que sempre lhe apresentava boas opções”. Plenamente convencido pelo amigo, meu cliente me pediu o telefone da tal corretora. Quando ele disse o nome dela, para que eu pudesse lhe passar o número, vocês não imaginam a minha surpresa: a tal corretora era eu! Depois dessa – e de muitas risadas – ele nunca mais procurou outra corretora.

 

Tema: História Difícil
Autor: Priscila Cartezani


Era um taxista que, além de meu cliente, era amigo de muitos anos de meu pai. Quando chegou a hora de renovar o seguro de seu veículo e instrumento de trabalho, um outro corretor ofereceu a ele uma apólice de R$ 2.000,00, enquanto o contrato que eu oferecia ficava na casa dos R$ 2.500,00. Ainda que eu tivesse explicado que, mesmo tirando a minha comissão, não chegaria naquele valor, ele resolveu fechar com o outro corretor. Dias depois, por um erro da seguradora, a apólice do até então meu ex-cliente ficou disponível para mim e eu pude ver o “milagre” que o outro corretor havia realizado para derrubar o preço: retirou as coberturas de acidentes pessoais a passageiros, danos corporais e também reduziu os danos materiais R$ 30.000,00 para R$ 20.000,00. Aquilo me deixou muito preocupada, já que o taxista não tinha quase nada que o amparasse no caso de um sinistro. Imediatamente liguei para ele e expliquei a situação. Na hora, pareceu não me dar muita atenção, mas poucos meses depois trocou de carro e, sem pestanejar, cancelou aquela apólice e acabou fechando comigo. Ele com certeza descobriu que o barato pode sair muito caro e que um bom atendimento vale muito.
 
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