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O mercado de pequenas e médias empresas é representado por mais de cinco milhões de companhias e 35,7 milhões de trabalhadores. Atenta a este segmento, a SulAmérica Seguros e Previdência desenvolveu o primeiro e único pacote de seguros desenhado para essas companhias, o Solução PME. O pacote unifica todos os produtos que a seguradora oferece para este segmento em um só: seguro de vida e acidentes pessoais, de automóvel, de incêndio, empresarial, saúde e planos de previdência.
“O grande foco de atuação da SulAmérica em 2008 será no segmento de PME, pois acreditamos que este mercado apresenta um enorme potencial de crescimento”, ressalta Marcus Vinicius Martins, vice-presidente de Vendas e Marketing da SulAmérica, explicando ainda que cerca de 500 mil pequenas e médias empresas são abertas todos os anos no Brasil. |
Nelson Alvarez, superintendente de Recursos
Humanos do Hospital e Maternidade São Luiz |
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A estabilidade econômica registrada nos últimos anos tem contribuído para manter o segmento aquecido, com a entrada de novas empresas e, mais importante, a manutenção das já existentes. Segundo os dados da última pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) sobre a taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas, 78% dos empreendimentos iniciados entre 2003 e 2005 permaneceram no mercado. O estudo fez um apanhado em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País.
De acordo com o economista e coordenador do Observatório das MPEs do Sebrae de São Paulo, Marco Aurélio Bedê, o incentivo do governo e o crescimento da economia no Brasil são fatores determinantes na permanência destas empresas no mercado, garantindo ocupação para milhares de trabalhadores.
Outro fator importante para a manutenção das atividades das micro, pequenas e médias empresas no País são os incentivos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, que desembolsou mais de R$ 1,9 bilhão para este grupo de companhias entre janeiro e fevereiro de 2008, o que representa 60,8% a mais de investimentos do que o registrado no mesmo período do ano passado, destacando a preocupação do governo em relação a este segmento e, ao mesmo tempo, mostrando o potencial desse nicho.
“A tendência é que esse setor tenha um crescimento acima do esperado, pois hoje o pequeno e médio empresário pode contar com fatores favoráveis como a economia estável, o aumento do consumo e da renda da população e o incentivo governamental. Esse cenário coloca as empresas com esse perfil em um patamar bem melhor do que há cinco anos”, explica Marco Aurélio. |
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