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Por Sara Dalsin Praças da Paz leva mais cidadania a áreas vulneráveis ![]() Com o objetivo de promover a participação e a cidadania em áreas vulneráveis de São Paulo, a SulAmérica e o Instituto Sou da Paz lançaram o Praças da Paz SulAmérica, um projeto social voltado para a revitalização de praças públicas e a promoção de atividades culturais e esportivas, a partir do envolvimento comunitário. A proposta busca melhorar a estrutura física de praças públicas em três distritos da cidade – Brasilândia (zona norte), Lajeado (zona leste) e Jardim Ângela (zona sul). A expectativa da SulAmérica e do Instituto Sou da Paz é que este processo contribua para a prevenção da violência, uma vez que, revitalizadas com a participação e o envolvimento da comunidade, as praças passam a representar espaços públicos de convivência seguros, que são zelados pelos próprios moradores. Quadras, parquinho infantil, bancos e mesas, espaços cobertos, palcos e áreas para apresentações culturais devem ser algumas das funcionalidades destas praças. O projeto se desenvolverá em quatro fases, cada uma em um ano, que vai desde a escolha do local, mobilização dos moradores e voluntariado para participação, até o desenvolvimento e a finalização das obras, acompanhamento e apoio aos grupos mobilizados para a realização de atividades nas praças e avaliação dos resultados do projeto. Para sua manutenção, será realizado um trabalho de mobilização e estímulo aos moradores das comunidades, o que favorece a construção de laços comunitários importantes para o fortalecimento da sociedade civil da região. Além disso, o projeto contará com o envolvimento direto dos funcionários da SulAmérica, que se integrarão ao programa de voluntariado. Essa relação entre funcionários e comunidade será fundamental para o bom andamento do projeto, já que ambos acompanharão todas as suas etapas e participarão ativamente de diversas ações, que terão o intuito de aproximar e construir parcerias entre esses funcionários e as comunidades contempladas pelo projeto para a realização de intervenções nas praças. A SulAmérica aposta na participação de todos, principalmente dos jovens, na reforma e ocupação democrática das praças, estimulando e fortalecendo a convivência, promovendo o desenvolvimento comunitário e a resolução pacífica de conflitos, ajudando assim a reduzir a criminalidade em São Paulo, envolvendo os jovens em ações culturais e sociais. Grande maioria da população paulista (aproximadamente 1 milhão de jovens entre 15 e 19 anos), os jovens sofrem com a ausência de ações de cultura e lazer na periferia, além de um grande número não freqüentar escola (na faixa de 15 a 17 anos).
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