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Por Patricia Polo
Subscrição de Riscos ganha reforços,
com novas superintendências
O atual cenário de crescimento econômico, com reflexo na expansão do mercado de seguros como um todo, traz boas perspectivas para o segmento de Grandes Riscos, em particular para os industriais, tendo em vista as obras de infra-estrutura previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a abertura do mercado de resseguros, a ser regulamentada ainda neste ano.
Atenta a isso e, em razão do já esperado aumento no volume de negócios, a SulAmérica está reforçando a área de Subscrição de Riscos com duas novas superintendências.
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Fotos: Rubens
Chiki

Carlos Almeida, vice-presidente de
Riscos Industriais e Comerciais da SulAmérica |
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“Por esse novo modelo, os subscritores, especialistas em cada uma das linhas de subscrição (Massificados e Contratos Automáticos, Negócios Facultativos de Property, Responsabilidade Civil e Riscos Financeiros e MAT-Marine Aviation Transport), poderão dar maior suporte aos negócios, agilizando ainda mais o atendimento aos corretores e parceiros”, afirma Carlos Almeida, vice-presidente de Riscos Industriais e Comerciais da SulAmérica.
Pelo novo desenho, a estrutura passa a contemplar quatro Superintendências de Subscrição, uma de Sinistros e outra de Apoio e Emissão. Também foram criadas Gerências de Riscos em Transportes e Property para atendimento de grandes clientes.
Além das modificações na estrutura interna, outras ações estão sendo feitas, como a revisão e renovação dos contratos de resseguro com o IRB, assim como a aproximação com resseguradores externos, em todos os segmentos de atuação; mudanças nos processos de avaliação de riscos, com o objetivo de tornar a SulAmérica ainda mais competitiva. “No ramo aeronáutico, por exemplo, a capacidade automática de resseguro aumentou para US$ 10 milhões, enquanto no seguro de cascos marítimos, ampliou-se a capacidade para US$ 80 milhões, e há outros contratos em negociação com o IRB”, explica Almeida.
Outra iniciativa foi o desenho de uma nova guia de subscrição, tornando mais transparente as diretrizes de aceitação de risco. “Riscos médios, taxas favoráveis; riscos agravados, prêmios mais altos. A intenção é mudar o perfil da carteira, assumindo riscos mais saudáveis e, ao mesmo tempo, oferecendo preços competitivos”, assegura o executivo. |